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sexta-feira, 31 de julho de 2009

Rápidas Rapidinhas Catraieiras.

Acústico em Som Maior com o Grupo Capu.

Com nova formação, mas sem deixar de perder sua levada marcante que mistura elementos do universo mitológico da nossa cultura urbana e florestal, o Capú traz ao palco os músicos Alexandre Nunes (Guitarra), Saulo Machado ( Guitarra Solo) e Eduardo Di Deus (Bateria), apresentados pelos irmãos Clenilson e Clevisson, fundadores do grupo Capu e responsáveis pelas músicas e letras, que refletem um dos momentos mais criativos do pop-rock da música regional.
O Acústico em Som Maior é um projeto que faz parte do calendário artístico e cultural do Acre e existe desde 2004 revelando e divulgando as bandas e artistas com a montagem de shows, para que todos tenham acesso a cultura produzida no Estado. O projeto é de realização do Governo do Estado, através da Fundação Elias Mansour.

O primeiro show na terça passada, dia 28, já foi muito bom. Imagina os próximos que virão!

OqueQuandoOndeQuanto
Acústico em Som Maior com o Grupo Capu.
4 e 11 de agosto - Próximas duas terças-feiras.
Theatro Hélio Melo – Av. Getúlio Vargas, s/n – Centro
Ingressos: 5 reais (inteira) e 2 reais (promocional)

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Exposição de Fotografias no Sesc-Centro.

O Sesc - Serviço Social do Comércio, convida os admiradores das artes visuais para a abertura de uma exposição de fotografias hoje, com fotos tiradas por alunos de seu recente curso chamado Fotoolhar. O objetivo é mostrar o olhar fotográfico individual dos 26 participantes do curso de fotografia, que começou em junho.
Durante as oficinas do curso, os alunos puderam refletir sobre a fotografia e questões éticas e mesmo estéticas da arte que é fotografar. Na exposição, há temas livres, pois cada aluno pôde retratar o que lhe mais agradava, sem tema pré-definido. Daí a liberdade de expressão.

OqueQuandoOndeQuanto
Exposição de Fotografias do Curso Fotoolhar.
Hoje, sexta-feira. Dia 31-07.
SESC-Centro. Av. Brasil, 713 - Centro.
Entrada Franca.

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Noite Latina no Amazônia Rio.

A Noite Latina, festa das Djs Angela e Malu no Amazônia Rio, vai apresentar no sábado, dia 1º de agosto, o Dj Juanito, e a banda catraieira Caldo de Piaba. No repertório, musica latina, funk, samba, música brasileira, rock e outros sons. Vai ter também ceviche e caldim de peixe preparados pelo Roger do restaurante peruano Costa Verde.

Pra quem estiver cansado da festa do boi, tem a festa com piaba!

OqueOndeQuandoQuanto
Amazônia Rio (próximo da terceira ponte)
Amanhã, dia 1º de agosto.
A partir das 22h
Ingressos: R$ 5,00.

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

"Cada show, de cada banda é nosso!" *


O último show Acústico e Plugado da Camundogs, do projeto Acústico em Som Maior, foi carregado de surpresas. Além das participações especiais de Diego Mello - o Dito da Marlton - e Verônica Padrão, fomos avisados que seria gravado, editado e sairia "em breve como pirata".

Seguindo a mesma
set list dos shows anteriores - com exceções da retirada de "Todos querem jogar" e a inclusão de "Asas para o infinito" - que misturou músicas mais recentes com as mais antigas reformuladas, os integrantes da banda demonstraram mais uma vez que gostam daquilo que fazem. O teclado, mais audível e aparentemente mais bonito, deu um toque especial à maioria das músicas, começando pel'O termo", primeira música do show.

Seguindo com o calor e a fumaça de "Encruzilhada" - primeira música que Gilberto Lucas se levanta e que, realmente, é só a primeira: "não consigo ficar parado" disse ele - passando pela poesia e o peso musical de "Antes Só", chega-se à primeira surpresa da noite. Diego Mello é chamado ao palco, depois de muitos elogios, para cantar ao "Caro Zé". A princípio o microfone estava baixo, então quase não deu pra ouvir a voz do convidado, algo que foi corrigido logo em seguida.

"Espelhos" com seus loucos devaneios, é acalmada pela reprodução muito bem feita de "Diga lá rapaz", música de um cantor da terra Acreana, Tião Natureza. Um dos pontos altos do show pr'aqueles que conhecem a cultura popular do estado, principalmente quando a imagem do cantor é projetada no fundo do palco.

Incorporando as baladas românticas,"Subterfúgio" vem seguida de "Jully", uma declaração de amor que "chega a lembrar Anna Julia com seu toque ie-ie-ie ". "Surreal" parece estranha quando estão todos sentados e não podem ir à loucura, mas não perde a essência quando se ouve algumas vozes cantando junto ao Aarão no refrão.

O show entra num clima de sertão quando João Paulo troca o baixo pela viola caipira e transforma "Em paz" n'uma música sertaneja. (Espero que não haja assimilação com os cantores sertanejos de hoje, a quem muito respeito, mas que nada tem a ver com o que foi presenciado ali). A música termina com o back vocal de Júnior Saad, baterista, cantando o verso "seus olhos vivos facilmente me comovem, são a cor do meu luar", que muitos já devem ter ouvido.

Em seguida, o segundo convidado, ou melhor, convidada, sobe ao palco para cantar uma música feita especialmente pra ela. Verônica Padrão canta "Asas para o infinito" e comove a platéia. Sua voz vibrante, o acústico do violão e a composição formaram um conjunto ao qual pode-se dizer indefinível.

A penúltima música do show, "Um", talvez represente bem o que a Camundogs aparenta no palco: "e um será por dois, e dois serão por nós". Quem assiste percebe, e quem conhece de fora sabe: a união que os integrantes possuem ultrapassa as fronteiras de um palco. Ou simplesmente se deixa transparecer totalmente ali. Poderiam ser amigos e colegas de palco, mas não. São amigos e amigos.

Para finalizar, uma balada romântica, conhecida pela cidade inteira. Antiga, mas sempre recente. "Doze Meses" fecha a última grande noite da Camundogs no Teatro Hélio Melo.


Set List
- O termo
- Encruzilhada
- Antes só
- Caro Zé (participação de Diego Mello)
- Espelhos
- Diga lá rapaz (de Tião Natureza)
- Subterfúgio
- Jully
- Em paz
- Asas para o infinito (participação de Verônica Padrão)
- Um
- Doze meses

*Aarão Prado ao se referir ao Coletivo Catraia.

-fotos por Thays França